sábado, 24 de dezembro de 2011

Na efemeridade da vida
Fico na ternura do suceder
Algo que se perde
Como o amor desapontado
Tudo faz parte
O amor é pura arte.

Notar

Todo dia é dia de festejar
Mas agora é natal
Dia do menino e do papai
Cuidado com o ai
Uai, Deus é mineiro
Esperto e lisonjeiro
Fez do Espírito Santo
O Brasil inteiro

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Copos quebram
Não adianta insistir
Eles quebram
Esbarrões, quedas , água quente
Mas o que importa é que tem substitutos
Copo lagoinha
E até o copo de plastico
Esse pode cair
Sem quebrar
Só porque é feito de elástico.

domingo, 23 de outubro de 2011

A imensidão da alma me emociona
A eternidade é efêmera
E os meus pensamentos se misturam
Como uma massa de bolo na batedeira
Tudo não passa de besteira
Coisas do coração
Da alma
Do físico
Algo que se faz pra desperceber das pretensões
De quem nos rodeia
E quem nos faz feliz
Apenas sinto que meu espírito
Pira
Numa lírica canção de sonar
Quero tudo de bom
Mas o que me faz mais feliz
É poder me apaixonar.

sábado, 15 de outubro de 2011

Os sinos tocam
E o silêncio vem a tona
Tudo me emociona
Enquanto a dor não é pungente
Alimento de gente inteligente
Força
Para seguir em frente
Pequena causa de morte
Efeito maior
Dor de cotovelo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ai , ai , ai , ai
Coitado do meu pai
Ui , ui , ui , ui
Coitado de you
Eba , eba , eba
Chega
Faca cega que mata pensamento
Faço um poema
Pois é algo que invento.
Não sei se é fácil fazer poemas
Difícil também não é
Basta começar a escrever
Que a coisa flui
Algumas pessosas dizem que não conseguem
Fazer ao menos um verso
Pode ser que seja verdade
Ou não
O que faz eu escrever
É o ditado do meu coração.
O saber é claro como a neve
A ignorância é apenas abstração
Pois a atração que sinto pelo conhecimento
Me faz ficar de pé
Diante de toda a força da gravidade
Isso não é mitidez
É apenas um simples vaidade

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Desenhos coloridos se fazem
E minha cabeça se põe a borbulhar
São rabiscos azuis , vermelhos , verdes
Cores impossíveis de se imaginar
Mas não de presenciar
Penso então em pintar um quadro
Vejo nele um rosto
Que não por coincidência é o meu
Estou esbelto , forte e sorridente
Bom pelo menos o pincel me deixa
Um pouco e feliz sorridente.
Estar apaixonado
É como alvorecer na alvorada
E se desflorar com o sabor da manhã
Estar apaixonado
É como comer jabuticaba no pé
Sem ter nehum peso na consciência ou culpa
Estar apaixonado
É como se deliciar com o canto dos passaros
Pensando que está diante de uma orquestra
Estar apaixonado é simplesmente ser o viver
E viver o presente como a púrpura forma de se abrir uma lembrança
Estar apainondo
É como o tudo
É como o nada
É amar incondicionalmente
A pessoa amada

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O mesmo chão que treme
É o mesmo que te sustenta
A parede ocupa o lugar
Onde antes era vazio
Meu coração tem um vácuo
Que um dia nem pensava em existir
Minha cabeça pensa lentamente
Enquanto em outrora
Turbilhões de idéias vinham a me perturbar
Agora eu sei que um brilho no céu tão forte
Pode ser uma estrela se explodindo
Enquanto isso tento ficar acordado
Por horas à fio
Mas o sono vem vindo
E eu fico sem explicação , muito perturbado.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Morte e vida é passagem

As vezes penso que a vida
É um suicídio inevitável
Nascemos,
E numa tônica de indas e vindas,
Morremos
Sai ar , entra ar
E o sol noz traz energia
E nos tira o suor

O coração bombeia o sangue
Sem que digamos:
Bata!

Apenas nascemos
E sem poder escolher
Estamos prestes a morrer

Uma ilusão é pensar
Que tudo dura para sempre
Sabendo que nada e tudo são equivalentes

E que o ódio um dia vire amor
E vice-versa

Sabe-se portanto
Que andar e correr é passagem,
Entre o estar e o desistir
Ainda mais quando o relógio
Muda seus ponteiros incansavelmente,
Sem parar
Ele sim , não morre
Porque o tempo vive sempre
E sempre perdemos tempo
Pelo simples fato
De um dia
Ter que dar Adeus à vida
E encontrar a luz
Na inevitável do túnel saída.



sexta-feira, 1 de abril de 2011

O alicerce impregnado ao passado
Mais me parece um paradoxo metafórico
Como uma abelha produzindo água em vez de mel
E nas maiores metonímias penso como um autor sem obra alguma
Penso então nas maiores das metáforas sem eufemismo
Eu sou a lua e estou cheio
E quero saber por que a hipérbole não se fez presente
Quando o ausente ainda era futuro
Sem pleonasmos de calientes
Apenas isso me faz imensamente feliz
Pois sou alguém que só quer saber do contrário do absurdo
Pelo menos enquanto durmo
E conto ovelhas pulando a inexistente cerca.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Que pequena pena

Ela
Tão simplesmente ela
Cheia de graça
E audaciosa (que pequena pena)
Com lábios suaves
Me dava mais beijinhos
Do que peixinhos à nadar no mar
E ela me dá um abraço
E pra que parar por aqui?
Para namorar é claro
E nunca parar de sorrir

terça-feira, 22 de março de 2011

Eu sou feliz
Very good
Eu sou ator
Very good
Eu sou poeta
Very good
Sou bambuzeiro
Nota 10
Me acho de mais
Nota 9,5
Mas sei do que sou capaz
Nota além do mais profundo mais.
Você gosta de desafios?
Você gosta de ser desafiado?
Eu não gosto nem desgosto
Eu amo
Eu canto desafios
Até eu ficar no fio de uma faca afiada
Não me corto , nem me mato
O que acontece
é algo que se chama equilíbrio
Nos dias de hoje
Nos dia de ontem e amanhã
é gostosinho sentir um frio.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Minha alma é minha poesia
Uma alma que completam meus versos
Entre tantos pensamentos diversos
Se espalham sobre meu corpo
E me faz ficar embriagado
Embriagado de letras e de amor
Este que transborda rimas com calor
Minha alma então ,ainda tem esperança
De ser feliz enquanto vivo
Enquanto eu amo
E quando vejo pequenas almas como a minha
E só de saber disso
Já posso mostrar meus versos
Explodindo de alegria
E dando um ponto final sem compromisso.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Amar tudo

A folha amarela caiu
À beira da lagoa
O homem de azul sorriu quase simpaticamente
E o tempo voa

As pequenas gotas fazem cócegas
Tanto que espirro
O movimento de tudo é calmo
Pelo menos onde vivo

Raro momento
Onde minha alma pousa sobre mim
Estou sentado do lado da Igreja
Deixando que Deus me ensine a amar

Amar o que é belo
E o que também não é
Amar o desamor
Para retirar de todo ódio a dor

Amar tudo
A folha marela
E até o homem e seu sorriso
O porque disso todos sabem:
A vida é bela
E aqui é o paraíso.

Não posso doar meus orgãos

Quando eu morrer
Quero que beija-flores me carreguem
Até o mar
Mas para que isso tudo?
Para mim, tem razão
Para os outros
É um absurdo.

Tanto sonho

Já vi o céu sem lua
Já vi o céu com lua
Crescente , minguante e cheia
Cheia branca
Cheia amarela
E até vermelha
Mas nunca uma azul
Só vou ver uma
Se eu sonhar
Então dormirei bastante
Para não ficar só
E tão bem distante.

Antes de morrer

A vista mais linda da cidade
É o espelho da minha namorada
Cada dia , cada local
Me ame o máximo possível
Pois sou um simples
E mero mortal

Talvez

Sim
Com certeza que sim
Não
Com certeza que não
Quem já pediu perdão
Vai tocar um tamborim
O resto
Fica pra mim

sábado, 22 de janeiro de 2011

Uma flor
Dois pássaros
Uma vida achada
E uma vaca atolada

Será que é isso mesmo?
Não saberei dizer
Nem sei se existo
Está bem!
Mas o que a vaca atolada tem a ver com isso?
É que os dois pássaros são galinhas.