sexta-feira, 29 de junho de 2012

Tenho uma ânsia por escrever
Qualquer coisa
Que me emociona
E tira de mim a melancolia

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Minha cruz é pesada
Tenho a força divina para me amparar
Fico desanimado
Mas sei que as coisas vão melhorar
Se o Homem já sofreu por nós
Talvez tenhamos que sofrer por ele
Ai sim teremos ambiguidade
Uma coisa efêmera
Pois a vida não é brincadeira
Apesar de somo apenas
Crianças a tomar  mamadeira.

Enxergando a alma


Olho para o espelho
Na expectativa de enxergar minha alma
Vejo uma luz refletindo
Dentro de mim
Essa luz me faz bem
Tanto que de olhos fechados
Vejo meu interior
Não sou puro
Mas sou digno de ser filho de Deus
Homem forte que sou
Sei errar
E concertar meus erros
Por que um dia seremos a própria luz
Espelhando nosso espírito
Deixando que tudo fique calmo
Serenatas se fazem
Pois as trombetas inflamam
E nos chamam
Para subir ao alto
Para sempre seja assim
Ter Deus tão perto de mim

sexta-feira, 15 de junho de 2012

A luz me persegue
Seria eu um ser iluminado
Olho de lado
Não vejo sombra
Vejo cores
Ouço sons
Notas jamais tocadas
Em qualquer instrumento
Posso dizer que é coisa da cabeça
Coisa do meu invento
Talvez seja
Mas pode ser também do peito
Nos traz o direito
De imaginar tudo
Desde sonhos indecifráveis
Até os  gestos do falante mudo
Fala com as mãos
Me traz a certeza
De que todos no mundo
São sãos.